Namorido ou casamento? Qual você prefere?

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Ao longo dos anos foram alteradas as expectativas das mulheres e dos homens em relação ao casamento. Antes, o casamento tradicional “de papel passado” segurava a relação, mas não garantia a sua qualidade.

Hoje as relações passaram por uma atualização. A maioria das mulheres opta por um relacionamento estável, mas não necessariamente casamento no papel. É aí que surgem os namoridos, casais que vivem juntos sem o casamento oficial.

Mas, e quando a mulher deseja mais do que morar junto e gostaria de uma relação mais formal? O que fazer para oficializar a relação depois de um tempo morando juntos e transformar o namorido em marido de verdade?

 

Namorido, a nova relação conjugal do momento

Esta é a versão ultramoderna das relações conjugais atualmente e tem tudo a ver com a visão diferente que homens e mulheres têm em relação à vida amorosa e profissional.

O homem, quando se apaixona e namora, na maioria das vezes deixa nas mãos da mulher as rédeas da relação. Enquanto isso, para elas, o casamento informal tem sido uma excelente opção e eles seguem este pensamento.

O fato é que o homem jovem ainda tem o sonho do casamento, apesar do trabalho que possuem. Já as mulheres jovens carregam o sonho de alcançar uma boa colocação profissional e é nisso que elas focam.

Ou seja, as mulheres se dão conta de que querem um grande amor depois de estar bem sucedidas profissionalmente. O que nem sempre é uma boa escolha já que esperar muito tempo pode atrapalhar a escolha de parceiro e a maternidade, por exemplo.

 

Namoridos não casam!

Quando as pessoas moram juntas fica bem mais difícil se casar oficialmente depois, segundo as últimas estatísticas do mercado. Os dois se acomodam. Pense comigo. Se o cara entra e sai da sua casa na hora em que quer, dorme quando quer, não ajuda com as finanças, por que ele iria casar?

Se ele já tem tudo ofertado facilmente e sem responsabilidade, certamente não vai se mexer. O homem quer casa desde que sai da casa da mãe, ele quer um ninho. As mulheres também querem que o homem oferte o ninho e este seria um ótimo caminho . Se a mulher propõe a sua casa ao homem morando junto antes de casar, mesmo que seja a vontade dos dois, o casamento oficial dificilmente acontecerá.

A proteção física, o ninho comum, incita o casal à empreender esforços a fim de ficar mais tempo juntos, com liberdade de casal, unidos e prontos para assumir um novo passo. Devem aproveitar este ímpeto de união para oficializar a sua relação, atendendo aos anseios dos dois. O objetivo é a paz do casal. Mas é bom lembrar que casamento é para crescimento conjunto. Se não houver desafios, não haverá união. Se tudo ficar muito fácil, não há pelo que batalhar

O perigo é a possibilidade de que os dois se acomodem ,principalmente o homem que tem maior racionalidade e o alimento espiritual que a mulher precisa através de uma conexão oficial para conceber sua segurança e se acalmar para revelar o seu amor , fica abalada . Daí a cobrança chega e o casamento distancia. Casar  mentes ?

O homem e a mulher devem nutrir a vontade de cumprir este desafio de casarem dentro de uma cerimônia que agrade aos dois . Encarar como uma etapa , como raiz para sua união. Raiz de proteção espiritual . Alinhar suas necessidades e desejos dentro de uma vida compartilhada.

 

Transforme o seu namorido em marido de verdade

O que sugiro, nesse caso, é que antes de morar junto seja feito algum tipo de ritual para oficializar a mudança da condição da relação. Os rituais são marcantes e ficarão eternizados na memória dos dois. São registros de ouro que a vida presenteia . Não empobreça sua vida, celebre em gratidão a nobres momentos de amor revelado .

Não precisa ser na igreja, nem no cartório. Pode ser uma festa para os íntimos do casal, apenas para registrar internamente a mudança de fase e de postura de um com o outro. Dessa forma, a relação entre o casal ficará mais forte, estável e mais estruturada para enfrentar as questões do dia a dia.

E, se você quiser casar de fato, é preciso que a experiência de morar junto tenha um prazo de validade combinado previamente. Seis meses, por exemplo, é um tempo razoável para avaliar a convivência entre os dois.

Aí vocês decidem se marcam o casamento ou separam. Se o homem não se decidir, tome você a decisão. Saia de casa se for preciso, deixe-o pensando, sozinho no que ele quer de verdade. Faça com que ele cumpra o acordo.

E a última dica para as moças que moram sozinhas: não deixe que o rapaz durma todos os dias na sua casa. Faça-o ir embora depois do filme ou da transa.

Assim, você cultivará mais a vontade de ficarem juntos e de construírem um ninho para vocês dois em um futuro bem próximo.

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É empresária, palestrante, terapeuta, autora de livros e uma das maiores especialistas em relacionamentos do Brasil, com cerca de 30 anos de experiência na área. Formada em Comunicação Social pela PUC de Campinas e em Artes Cênicas pelo Conservatório Carlos Gomes, da mesma cidade, antes de abrir sua empresa de matchmaker atuou como assessora de comunicação de grandes multinacionais e fez carreira como modelo na Europa.

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