Sua jornada.

Claudya Toledo é uma comunicadora , consteladora, terapeuta sistêmica e autoridade líder em relacionamentos e matchmaker, autora de 4 obras leves , divertidas e inspiradoras sobre comportamento e sexualidade.

Através de suas aparições na mídia, palestras, workshops e livros, ela divulga o amor e as ferramentas para se relacionar bem consigo mesmo e com os outros, mostrando muitas maneiras de se curar física, emocional e espiritualmente. Iniciou no teatro aos 6 anos , fez carreira na tv, passarela e publicidade no Brasil , se tornando manequim de alta costura na Europa aos 21 anos.

Sensitiva desde cedo, a vida de Cláudya sempre foi de procura espiritual e religiosa, disciplina espartana com a dieta alimentar, a alma e o corpo. Manifestando seu lado sensitivo e sua liderança desde cedo, manifestou fortes alergias após o divórcio de seus pais aos 13 anos, ficou conhecida entre as modelos por comer apenas alface e bananas, com medo de acordar empipocada e perder trabalhos.

Viveu o pânico das modelos de acordar com a “bendita alergia ” e não conseguir se mostrar. Com a alergia de medicamentos comprovada, se tornou estudiosa ferrenha de nutrição, saúde , antroposofia, sexualidade curativa, medicina chinesa, sistêmica e energética e psicologia aplicada em resultados. Mais tarde, com o acesso a medicina integrativa, Cláudya mudou sua vida com o diagnóstico de intolerância ao glúten.

Combinando a medicina da água, da dieta, dos ritos tibetanos, dos sucos vivos, da homeopatia, da medicina sistêmica e energética, juntamente com transmeditação dinâmica, xamanismo, cromoterapia, PNL e Constelações Sistêmicas, ela se cura e mantém os participantes de suas vivências numa imersão de saúde vibracional, êxtase e alegria.

Os frequentadores são unânimes em relatar as experiências vividas em seus workshops como transcendentes, transformadoras, eletrizantes e mágicas.

Como escritora, Cláudya entrelaça a vontade de explorar o desconhecido com dicas e ideias claras que qualquer leitor pode usar e entender. É autora de quatro livros: Manual do amor, Sexo e segredos dos casais felizes e Eles são simples, elas são complexas (Editora Alaúde) e Manual da Cara Metade (Editora Globo), além de ser referência para a imprensa no tema relacionamentos, tendo participado de mais de 1.500 matérias de midia impressa e de cerca de 300 programas de TV ao longo de sua carreira. A mídia lhe dá o lugar de “a maior cupido do Brasil” .

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A mulher entrou e ocupou definitivamente o mundo profissional, e hoje está em todo o mercado de trabalho. Nessa conquista de uma arena historicamente masculina, ela precisou vestir a armadura e empunhar as armas desse campo de batalha: ficou mais racional, prática, urbana, competidora, fria, analítica e metódica, e com sucesso obteve poder financeiro, status e prestígio. No entanto, seus aspectos mais femininos foram relegados a segundo plano: o lado sensível, colaborativo, agregador, ligado à natureza, caloroso, afetuoso, empático, delicado e criativo, muitas vezes vistos nesse ambiente patriarcal até como frágeis e vulneráveis (também para os homens), que por isso mesmo não foram cultivados e valorizados com tanto empenho. Porém, nos campos dos relacionamentos e da família, tudo isso faz falta. Mas como ser profissional competente, assumindo inúmeras funções sem perder as características femininas? E como ser bem-sucedida também nas relações amorosas e familiares? A resposta é ser uma mulher Deusa.

As diferenças de comportamento, pensamento e sentimento entre homens e mulheres são muito marcantes. Saber lidar bem com isso é uma arte que faz com que os relacionamentos fluam sem desencontros. No mundo de hoje, em que o papel da mulher na sociedade é muito diferente daquele de um passado recente, tudo precisa se adaptar. Como encontrar e manter um(a) companheiro(a) com quem compartilhar uma vida feliz? Como se relacionar com o homem/mulher dos tempos atuais, de forma inteira, intensa e gratificante?

As pesquisas mostram que a falta de sintonia e de prazer no sexo é um dos aspectos que mais sabotam os relacionamentos. Para manter a chama sempre acesa, espantando a rotina e reacendendo o desejo e a paixão, e conseguir uma vida sexual prazerosa e saudável, é preciso investir na relação. A verdade é que o bom entendimento sexual começa muito antes de se chegar à cama, com atitudes que aumentam a sintonia do casal, permitem redescobrir o parceiro, manter o interesse e a energia em alta, e fazer da vida a dois uma aventura empolgante e cheia de prazer.

Como se comportar no primeiro encontro? Como evitar o sabotador interno? O que dizer na hora H para tudo dar certo? Estas e outras atitudes essenciais para a conquista e o namoro são assuntos dessa palestra, que ensina a esquentar o casamento e a não descuidar dos detalhes que tornam a união feliz e duradoura. Truques de paquera, conselhos de conduta, esclarecimentos sobre as diferenças entre os sexos e dicas preciosas para manter um relacionamento, além de casos inspiradores de encontros reais dão um verdadeiro mapa do comportamento humano para ajudar as pessoas a navegarem na onda amorosa, encontrarem sua cara-metade e serem mais felizes.

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Deusa Hela
De tempos em tempos nos deparamos com poderosas deusas capazes de intermediar o caminho entre as vidas no fluxo da imortalidade da alma. Deusas que doam sua potência para transmutar as energias da passagem entre a vida e a morte. Mor= maior 
T= tempo
E= espaço 
A morte como maior tempo e espaço , é desse universo que chega até nós a Deusa Nórdica Hela (do Século II a.C. até 1000 d.C.). Hela é filha do Deus Loki e da giganta Angrboda. O significado de sua existência foi, durante os primeiros séculos do cristianismo, deturpado para se adaptar aos sentidos cristãos de céu e inferno, desfigurando essa deusa de seu propósito maior que era recepcionar as almas dos guerreiros e guerreiras mortos para acolher sua libertação e passagem.Metade dos mortos, liderados por Valquírias, adentrarão Valhalla (majestoso e enorme salão localizado em Asgard, governado pelo Deus Odin). A outra metade dos mortos seguirá para o Campo dos Exércitos da Deusa Freya. 
Deusa Hela é, na origem, a Deusa que recepciona e acolhe dentro do mundo oculto, os guerreiros e guerreiras mortos em batalha.
Essas deusas antigas relacionadas com a vida e a morte e com a transmutação da alma, sempre foram essenciais para a compreensão do sentido da vida e da inter-relação do ser humano com sua existência. Como outras deusas antigas como Kali, Hela foi relacionada com os mitos e medos cristãos. Mas assim como Kali é adorada como uma grande mãe, Deusa Hela também foi relacionada como uma grande mãe que estava presente nas passagens dos entes queridos, dos guerreiros, transmutando suas almas para seguirem em outros mundos pelo fluxo da vida eterna.
Deusa Hela está viva em nossa egrégora através da amada Nilva Maria Prestes!
@nilvamariaprestes 
@claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #sagradofeminino 
#empoderamentofeminino 
#lumina
Deusa Hela De tempos em tempos nos deparamos com poderosas deusas capazes de intermediar o caminho entre as vidas no fluxo da imortalidade da alma. Deusas que doam sua potência para transmutar as energias da passagem entre a vida e a morte. Mor= maior T= tempo E= espaço A morte como maior tempo e espaço , é desse universo que chega até nós a Deusa Nórdica Hela (do Século II a.C. até 1000 d.C.). Hela é filha do Deus Loki e da giganta Angrboda. O significado de sua existência foi, durante os primeiros séculos do cristianismo, deturpado para se adaptar aos sentidos cristãos de céu e inferno, desfigurando essa deusa de seu propósito maior que era recepcionar as almas dos guerreiros e guerreiras mortos para acolher sua libertação e passagem.Metade dos mortos, liderados por Valquírias, adentrarão Valhalla (majestoso e enorme salão localizado em Asgard, governado pelo Deus Odin). A outra metade dos mortos seguirá para o Campo dos Exércitos da Deusa Freya. Deusa Hela é, na origem, a Deusa que recepciona e acolhe dentro do mundo oculto, os guerreiros e guerreiras mortos em batalha. Essas deusas antigas relacionadas com a vida e a morte e com a transmutação da alma, sempre foram essenciais para a compreensão do sentido da vida e da inter-relação do ser humano com sua existência. Como outras deusas antigas como Kali, Hela foi relacionada com os mitos e medos cristãos. Mas assim como Kali é adorada como uma grande mãe, Deusa Hela também foi relacionada como uma grande mãe que estava presente nas passagens dos entes queridos, dos guerreiros, transmutando suas almas para seguirem em outros mundos pelo fluxo da vida eterna. Deusa Hela está viva em nossa egrégora através da amada Nilva Maria Prestes! @nilvamariaprestes @claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #sagradofeminino #empoderamentofeminino #lumina
Deusa Hathor O ano de 2020 regido pelo sol pede uma consciência clara de nossa parte, nos objetivos de vida e nas relações, então, de volta ao Antigo Egito(5500 a.C. a 200 d.C.) nos deparamos com uma de suas  principais divindades ,a Deusa Hathor (em egípcio: ḥwt-ḥr). Como divindade ela desempenhava diferentes papéis na sociedade egípcia. Como deusa do céu era a mãe ou consorte do deus do céu Hórus e do deus do sol Rá, ambos eram conectados com a realeza, e, portanto, ela era a mãe simbólica de seus representantes terrenos, os faraós. 
Era uma das várias divindades que atuavam como o Olho de Rá, a contraparte feminina do deus, e sob essa forma, protegia Rá de seus inimigos. Seu lado benevolente se manifestava na música, dança, alegria, amor, sexualidade e cuidados. Estes aspectos de Hathor exemplificavam a concepção egípcia da feminilidade. 
Hathor era representada por uma vaca com o disco solar sobre sua cabeça, simbolizando sua relação com o mundo celestial maternal e criador da vida. Ela também foi representada como uma leoa por ser protetora e como cobra por ter desperta a energia da Kundalini.
Os textos egípcios costumam falar das manifestações da deusa como
Deusa Hathor O ano de 2020 regido pelo sol pede uma consciência clara de nossa parte, nos objetivos de vida e nas relações, então, de volta ao Antigo Egito(5500 a.C. a 200 d.C.) nos deparamos com uma de suas principais divindades ,a Deusa Hathor (em egípcio: ḥwt-ḥr). Como divindade ela desempenhava diferentes papéis na sociedade egípcia. Como deusa do céu era a mãe ou consorte do deus do céu Hórus e do deus do sol Rá, ambos eram conectados com a realeza, e, portanto, ela era a mãe simbólica de seus representantes terrenos, os faraós. Era uma das várias divindades que atuavam como o Olho de Rá, a contraparte feminina do deus, e sob essa forma, protegia Rá de seus inimigos. Seu lado benevolente se manifestava na música, dança, alegria, amor, sexualidade e cuidados. Estes aspectos de Hathor exemplificavam a concepção egípcia da feminilidade. Hathor era representada por uma vaca com o disco solar sobre sua cabeça, simbolizando sua relação com o mundo celestial maternal e criador da vida. Ela também foi representada como uma leoa por ser protetora e como cobra por ter desperta a energia da Kundalini. Os textos egípcios costumam falar das manifestações da deusa como "Sete Hathors", sete raios , relacionados aos 7 chackras.Seu lado alegre indica o poder procriador feminino. Em alguns mitos da criação, ela ajudou a produzir o próprio mundo. Deusa Hathor diz: Eu crio o meu mundo ! E ela , Arline Davis sua representante sobre a terra, cria o mundo de qualidade de vida! @arlinekdavis @claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado #empoderamentofeminino #lumina
Deusa Titânia
Buscamos então uma inspiração na literatura e na poesia inglesa e encontramos a Deusa Titânia. Reavivada por Willian Shakespeare (Séculos XIV e XV d.C.), como uma Deusa Fada na peça teatral Sonho de uma noite de verão. Essa Deusa, de clara inspiração Greco-romana, nos leva através das narrativas de Ovídio (século VI a.C.) ao encontro dos Titãs e das Titânides .A Deusa que configura a própria terra e a natureza.Mas embora na mitologia Grega Titânia seja a imagem da força e do poder, na visão poética de Shakespeare tem uma contrapartida na leveza e na sutileza de fada. Deusa Titânia é a fada líder da Corte Seelie, uma confederação de deuses, em companhia de seu consorte Oberon. Sua divindade se relaciona com amizade e magia. Seu símbolo é um diamante branco com uma estrela azul brilhando no centro. Titânia acredita na bondade e na misericórdia, e é quase impossível levá-la a um estado de raiva, mas quando isso acontece, e quando o agressor é extremamente mau, sua ira pode ser perigosa.
Uma frase de Shakespeare com uma fala de Titânia nos leva a refletir sobre a importância do despertar e da reativação e readequação das potências e deusas no mundo e na atualidade:
“- Que anjo me desperta do meu leito de flores?”
Sejamos nós a despertar as deusas em cada uma e em todas, Titânia está desperta em Fernanda Toledo Piza Ferraz que a representa atualmente na Terra. @feertoledo 
@claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado 
#empoderamentofeminino
#lumina
Deusa Titânia Buscamos então uma inspiração na literatura e na poesia inglesa e encontramos a Deusa Titânia. Reavivada por Willian Shakespeare (Séculos XIV e XV d.C.), como uma Deusa Fada na peça teatral Sonho de uma noite de verão. Essa Deusa, de clara inspiração Greco-romana, nos leva através das narrativas de Ovídio (século VI a.C.) ao encontro dos Titãs e das Titânides .A Deusa que configura a própria terra e a natureza.Mas embora na mitologia Grega Titânia seja a imagem da força e do poder, na visão poética de Shakespeare tem uma contrapartida na leveza e na sutileza de fada. Deusa Titânia é a fada líder da Corte Seelie, uma confederação de deuses, em companhia de seu consorte Oberon. Sua divindade se relaciona com amizade e magia. Seu símbolo é um diamante branco com uma estrela azul brilhando no centro. Titânia acredita na bondade e na misericórdia, e é quase impossível levá-la a um estado de raiva, mas quando isso acontece, e quando o agressor é extremamente mau, sua ira pode ser perigosa. Uma frase de Shakespeare com uma fala de Titânia nos leva a refletir sobre a importância do despertar e da reativação e readequação das potências e deusas no mundo e na atualidade: “- Que anjo me desperta do meu leito de flores?” Sejamos nós a despertar as deusas em cada uma e em todas, Titânia está desperta em Fernanda Toledo Piza Ferraz que a representa atualmente na Terra. @feertoledo @claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado #empoderamentofeminino #lumina
Deusa Amonet
Encontrada no Egito Antigo (3600 a.C. a 1200 a.C.), ela que na cosmogonia Egípcia, era a esposa do Deus Amon. Amonet significa “A Oculta”. Ela representa o intangível, o oculto e o poder que não se extingue. 
Na mitologia egípcia, Amonet , embora predominantemente conhecida como a deusa do ar e da invisibilidade, mudou de personificação ao longo das dinastias do Egito. Acredita-se que ela seja a forma feminina do deus maior Amon e é uma das oito divindades em destaque no Ogdoad (composta por quatro pares em que o nome da mulher é um derivado do nome do marido). Como a maioria das deusas Ogdoadas, ela assume a forma de uma mulher com cabeça de cobra .Seu nome também vem em várias outras variações, incluindo Amonet, Amaunet, Imentet, Imentit, Amentet, Amentit e Ament. Seu nome significa uma mulher que está oculta e seus poderes estão conectados às palavras silêncio, quietude, mistério e obscuridade. 
No início, Amonet era uma das deusas andróginas capazes de conceber um filho sem a ajuda de um homem para procriar (como as cobras que os antigos egípcios acreditavam serem todas mulheres, símbolo da kundalini)Por isso, ela adquiriu o título “a mãe que também é pai”.
Tutancâmon mandou erguer, no templo de Amon em karnak, uma estátua da deusa com Amon. Sua importância também está ligada ao papel que desempenhava nas entronizações de faraós no Egito Antigo. Atualmente é representada pela bela Renata Baldoni @rrebaldoni 
@claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado 
#empoderamentofeminino
#lumina 
#espiritualidade
Deusa Amonet Encontrada no Egito Antigo (3600 a.C. a 1200 a.C.), ela que na cosmogonia Egípcia, era a esposa do Deus Amon. Amonet significa “A Oculta”. Ela representa o intangível, o oculto e o poder que não se extingue. Na mitologia egípcia, Amonet , embora predominantemente conhecida como a deusa do ar e da invisibilidade, mudou de personificação ao longo das dinastias do Egito. Acredita-se que ela seja a forma feminina do deus maior Amon e é uma das oito divindades em destaque no Ogdoad (composta por quatro pares em que o nome da mulher é um derivado do nome do marido). Como a maioria das deusas Ogdoadas, ela assume a forma de uma mulher com cabeça de cobra .Seu nome também vem em várias outras variações, incluindo Amonet, Amaunet, Imentet, Imentit, Amentet, Amentit e Ament. Seu nome significa uma mulher que está oculta e seus poderes estão conectados às palavras silêncio, quietude, mistério e obscuridade. No início, Amonet era uma das deusas andróginas capazes de conceber um filho sem a ajuda de um homem para procriar (como as cobras que os antigos egípcios acreditavam serem todas mulheres, símbolo da kundalini)Por isso, ela adquiriu o título “a mãe que também é pai”. Tutancâmon mandou erguer, no templo de Amon em karnak, uma estátua da deusa com Amon. Sua importância também está ligada ao papel que desempenhava nas entronizações de faraós no Egito Antigo. Atualmente é representada pela bela Renata Baldoni @rrebaldoni @claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado #empoderamentofeminino #lumina #espiritualidade
Afrodite
Da Grécia antiga (século V a.C. até nossos dias), nascida de uma influência feminina muito anterior, vem até nós uma das deusas muito icônica: Deusa Afrodite. Deusa do amor, beleza e sexualidade ela tem como símbolos: Golfinho, rosa, concha de vieira, murta, pomba, pardal, cinto, espelho, pérola e o cisne.
O culto a Afrodite está relacionado com o da deusa fenícia Astarte, um cognato da deusa semita oriental Ishtar, cujo culto foi baseado no culto sumério de Inanna. Os principais centros de culto de Afrodite eram Cythera, Chipre, Corinto e Atenas. Seu festival principal era o Aphrodisia, que era comemorado anualmente no meio do verão. Em Laconia, Afrodite era adorada como uma deusa guerreira. 
Os romanos antigos identificaram Afrodite com sua Deusa Vênus, que era originalmente uma deusa da fertilidade agrícola, vegetação e primavera. Segundo o historiador romano Livy, Afrodite e Vênus foram oficialmente identificadas no século III a.C. quando o culto a Vênus Erycina foi introduzido em Roma a partir do santuário grego de Afrodite no Monte Eryx, na Sicília. Depois disso, os romanos adotaram a iconografia e os mitos de Afrodite e os aplicaram a Vênus.
A Deusa Afrodite permeia, assimila e é assimilada por muitas outras Deusas, num movimento sincrético que era comum na antiguidade e que tinha seu sentido antes de haver uma distorção desse significado e simbologia pelos regimes patriarcais.
Este movimento de fusão e cooptação de poderes e talentos entre as deusas se dava no passado histórico e é hoje verdade através das vivências compartilhadas. O princípio feminino se mistura, é cooperativo .
Representada e honrada por Glauce Ferracin
@glauceferracin
@claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado 
#empoderamentofeminino
#lumina
#espiritualidade
Afrodite Da Grécia antiga (século V a.C. até nossos dias), nascida de uma influência feminina muito anterior, vem até nós uma das deusas muito icônica: Deusa Afrodite. Deusa do amor, beleza e sexualidade ela tem como símbolos: Golfinho, rosa, concha de vieira, murta, pomba, pardal, cinto, espelho, pérola e o cisne. O culto a Afrodite está relacionado com o da deusa fenícia Astarte, um cognato da deusa semita oriental Ishtar, cujo culto foi baseado no culto sumério de Inanna. Os principais centros de culto de Afrodite eram Cythera, Chipre, Corinto e Atenas. Seu festival principal era o Aphrodisia, que era comemorado anualmente no meio do verão. Em Laconia, Afrodite era adorada como uma deusa guerreira. Os romanos antigos identificaram Afrodite com sua Deusa Vênus, que era originalmente uma deusa da fertilidade agrícola, vegetação e primavera. Segundo o historiador romano Livy, Afrodite e Vênus foram oficialmente identificadas no século III a.C. quando o culto a Vênus Erycina foi introduzido em Roma a partir do santuário grego de Afrodite no Monte Eryx, na Sicília. Depois disso, os romanos adotaram a iconografia e os mitos de Afrodite e os aplicaram a Vênus. A Deusa Afrodite permeia, assimila e é assimilada por muitas outras Deusas, num movimento sincrético que era comum na antiguidade e que tinha seu sentido antes de haver uma distorção desse significado e simbologia pelos regimes patriarcais. Este movimento de fusão e cooptação de poderes e talentos entre as deusas se dava no passado histórico e é hoje verdade através das vivências compartilhadas. O princípio feminino se mistura, é cooperativo . Representada e honrada por Glauce Ferracin @glauceferracin @claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado #empoderamentofeminino #lumina #espiritualidade
Deusa kali
Originaria da Índia antiga, chega até nossos dias a Deusa Kali  de 2500 a.C até o presente.A palavra Kali em sânscrito significa plenitude do tempo. A primeira aparição de Kali é como a destruidora de forças do mal. Ela é a forma mais poderosa de Shakti. Com o tempo, Kali foi adorada por movimentos devocionais e seitas tântricas de várias maneiras tais como a Mãe Divina, Mãe do Universo, Adi Shakti ou Adi Parashakti. As seitas hindus e tântricas Shakta também a adoram como a realidade suprema ou Brahman. Ela também é vista como a protetora divina e aquela que concede moksha , ou libertação. Kali é frequentemente retratada em pé ou dançando em seu grupo, o deus hindu Shiva, que fica calmo e prostrado sob ela. Kali é adorada pelos hindus em toda a Índia.
Kali representa a Natureza , o sangue da terra. Seus quatro braços evocam a Criação, a Preservação, a Destruição e o dom da Salvação para aqueles que vão além da Natureza física em busca do âmago Infinito. A guirlanda de crânios significa sua divina onipresença em todas as mentes humanas para mostrar que a vida humana é passageira. Os cabelos revoltos lembram a energia orgástica de Deus espalhando-se por toda a Criação. Sua dança, os passos rítmicos imitam a natureza vibratória do universo balançando o sangue das linhagens!
Esta Deusa é representada pela amada Ângela Luzo nos dias de hoje !@luzoangela 
@claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado 
#empoderamentofeminino
Deusa kali Originaria da Índia antiga, chega até nossos dias a Deusa Kali de 2500 a.C até o presente.A palavra Kali em sânscrito significa plenitude do tempo. A primeira aparição de Kali é como a destruidora de forças do mal. Ela é a forma mais poderosa de Shakti. Com o tempo, Kali foi adorada por movimentos devocionais e seitas tântricas de várias maneiras tais como a Mãe Divina, Mãe do Universo, Adi Shakti ou Adi Parashakti. As seitas hindus e tântricas Shakta também a adoram como a realidade suprema ou Brahman. Ela também é vista como a protetora divina e aquela que concede moksha , ou libertação. Kali é frequentemente retratada em pé ou dançando em seu grupo, o deus hindu Shiva, que fica calmo e prostrado sob ela. Kali é adorada pelos hindus em toda a Índia. Kali representa a Natureza , o sangue da terra. Seus quatro braços evocam a Criação, a Preservação, a Destruição e o dom da Salvação para aqueles que vão além da Natureza física em busca do âmago Infinito. A guirlanda de crânios significa sua divina onipresença em todas as mentes humanas para mostrar que a vida humana é passageira. Os cabelos revoltos lembram a energia orgástica de Deus espalhando-se por toda a Criação. Sua dança, os passos rítmicos imitam a natureza vibratória do universo balançando o sangue das linhagens! Esta Deusa é representada pela amada Ângela Luzo nos dias de hoje !@luzoangela @claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledo #femininosagrado #empoderamentofeminino
Deusa Lilith
É certo que da cultura Hebraica (Séculos III a V a.C.) e antes disso, dos conhecimentos antigos dos Babilônios, Acadianos, Assírios e Sumérios da grande Mesopotâmia, emerge a Deusa Lilith. Uma das deusas com a mais intensa e conflitante relação com as religiões e a cultura dos povos e que até hoje impacta o imaginário humano. Deusa Lilith, a primeira mulher de Adão, criada ao mesmo tempo e do mesmo barro de Adão, contrastando com Eva. Ao se recusar a ser subserviente a Adão, ela abandona o Éden e se junta ao Arcanjo Samael. 
Embora muitos pesquisadores conectem a Lilith Judaica com a Lilith Acadiana, elas parecem ter uma origem comum como potência feminina, mas com as diferenças da cultura em cada manifestação sua.
Lilith pode ser identificada como: Deusa da noite feminina, Deusa do vento, Deusa do vento Sul. Sua insubordinação por não se sujeitar a Adão é tida como um grito do matriarcado pela sobrevivência diante do mundo patriarcal que surgia.
Receita do Antigo Talmude Babilônico: Para ficar bem se deve pegar uma flecha de Lilith e colocá-la para cima, derramar água sobre ela e beber. A
Deusa Lilith É certo que da cultura Hebraica (Séculos III a V a.C.) e antes disso, dos conhecimentos antigos dos Babilônios, Acadianos, Assírios e Sumérios da grande Mesopotâmia, emerge a Deusa Lilith. Uma das deusas com a mais intensa e conflitante relação com as religiões e a cultura dos povos e que até hoje impacta o imaginário humano. Deusa Lilith, a primeira mulher de Adão, criada ao mesmo tempo e do mesmo barro de Adão, contrastando com Eva. Ao se recusar a ser subserviente a Adão, ela abandona o Éden e se junta ao Arcanjo Samael. Embora muitos pesquisadores conectem a Lilith Judaica com a Lilith Acadiana, elas parecem ter uma origem comum como potência feminina, mas com as diferenças da cultura em cada manifestação sua. Lilith pode ser identificada como: Deusa da noite feminina, Deusa do vento, Deusa do vento Sul. Sua insubordinação por não se sujeitar a Adão é tida como um grito do matriarcado pela sobrevivência diante do mundo patriarcal que surgia. Receita do Antigo Talmude Babilônico: Para ficar bem se deve pegar uma flecha de Lilith e colocá-la para cima, derramar água sobre ela e beber. A "flecha de Lilith" é provavelmente um pedaço de meteorito ou fulgurita, conhecido coloquialmente como "raio petrificado" e tratado como medicamento antipirético. Em nossos tempos quem a resgata é a amada Veronica Sabatino @vesabatino @claudyatoledooficial #sagradofeminino #deusasdivinas #deusashindus #claudyatoledooficial #femininosagrado #empoderamentofeminino