
É certo que da cultura Hebraica (Séculos III a V a.C.) e antes disso, dos conhecimentos antigos dos Babilônios, Acadianos, Assírios e Sumérios da grande Mesopotâmia, emerge a Deusa Lilith.
Uma das deusas com a mais intensa e conflitante relação com as religiões e a cultura dos povos e que até hoje impacta o imaginário humano.
Deusa Lilith, a primeira mulher de Adão, criada ao mesmo tempo e do mesmo barro de Adão, contrastando com Eva.
Ao se recusar a ser subserviente a Adão, ela abandona o Éden e se junta ao Arcanjo Samael.
Embora muitos pesquisadores conectem a Lilith Judaica com a Lilith Acadiana, elas parecem ter uma origem comum como potência feminina, mas com as diferenças da cultura em cada manifestação sua.
Lilith pode ser identificada como: Deusa da noite feminina, Deusa do vento, Deusa do vento Sul. Sua insubordinação por não se sujeitar a Adão é tida como um grito do matriarcado pela sobrevivência diante do mundo patriarcal que surgia.
Receita do Antigo Talmude Babilônico: Para ficar bem se deve pegar uma flecha de Lilith e colocá-la para cima, derramar água sobre ela e beber. A “flecha de Lilith” é provavelmente um pedaço de meteorito ou fulgurita, conhecido coloquialmente como “raio petrificado” e tratado como medicamento antipirético.
Em nossos tempos quem a resgata é a amada Veronica Sabatino @vesabatino
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